Acho que não interessa muito quem nos vai ler. Bem, claro que interessa. Mas às vezes temos que mudar as coisas que nos interessam. Mesmo que em certas alturas nos pareça que não há nada mais importante e que foi tão especial que a sua importância fugiu ao nosso controlo. As pessoas, os sentimentos, as coisas que se viveu são importantes e especiais apenas se quisermos que o sejam e enquanto assim quisermos que seja. Somos nós que fazemos o nosso destino. Somos nós que escolhemos o que queremos ser. Se deixarmos de acreditar nisso passamos a ser apenas mais um que se deixa levar pela corrente e que culpa quem e o que pode por tudo que não é. E não há nada mais triste que isso. Não há nada mais triste que dizer que as coisas são assim porque não há nada que se pudesse fazer. Há sempre pelo que lutar. Lutamos uma vez e perdemos. Lutamos duas vezes e perdemos. Lutamos três vezes e perdemos. Mas havemos de ganhar eventualmente. E vai-nos saber tão bem. Lutar faz-nos sentir vivos apenas porque lutar é viver e nada mais que isso. Por isso lutemos. Lutemos pela felicidade que merecemos e não esperemos pela felicidade que nos está destinada. Vamos pegar na caneta do destino e não vamos deixar que ele escreva direito por linhas tortas. Quem é ele para saber melhor do que nós o que queremos e o que nos vai fazer sentir completos? Vamos deixar que ele se preocupe com os que não têm força para lutar pelo que acham que lhes pertence. Se temos que aceitar alguma coisa sem lutar, que sejam coisas que não podemos mesmo mudar. De resto, vamos dar umas chapadas no destino e mostrar-lhe que ninguém gosta de espertinhos que têm a mania que sabem tudo. O que é que é importante? Importante são aquelas coisas que nos fazem dar gargalhadas, rir, sorrir ou acender por dentro e deixar que o brilho nos chegue aos olhos. Coisas que nos mantenham no caminho. No nosso caminho. Se uma relação exige muito de nós é porque estamos a forçar alguma coisa e isso nunca é bom, lutar não é isso. Lutar é trabalho árduo e dedicação. E a relação é uma festinha na cabeça e um doce de recompensa ao fim do dia. Passamos a vida a procura de uma relação e deixamos passar aquelas que são realmente especiais. Temos que começar a abrir os olhos para nos permitirmos alguma felicidade. Daquela que interessa. Da única que vale a pena. E nunca nos podemos esquecer, uma pessoa só vale a pena se se disponibilizou sempre a lutar as nossas lutas connosco.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Be careful with what you wish for, because you just might get it all
Acho que não interessa muito quem nos vai ler. Bem, claro que interessa. Mas às vezes temos que mudar as coisas que nos interessam. Mesmo que em certas alturas nos pareça que não há nada mais importante e que foi tão especial que a sua importância fugiu ao nosso controlo. As pessoas, os sentimentos, as coisas que se viveu são importantes e especiais apenas se quisermos que o sejam e enquanto assim quisermos que seja. Somos nós que fazemos o nosso destino. Somos nós que escolhemos o que queremos ser. Se deixarmos de acreditar nisso passamos a ser apenas mais um que se deixa levar pela corrente e que culpa quem e o que pode por tudo que não é. E não há nada mais triste que isso. Não há nada mais triste que dizer que as coisas são assim porque não há nada que se pudesse fazer. Há sempre pelo que lutar. Lutamos uma vez e perdemos. Lutamos duas vezes e perdemos. Lutamos três vezes e perdemos. Mas havemos de ganhar eventualmente. E vai-nos saber tão bem. Lutar faz-nos sentir vivos apenas porque lutar é viver e nada mais que isso. Por isso lutemos. Lutemos pela felicidade que merecemos e não esperemos pela felicidade que nos está destinada. Vamos pegar na caneta do destino e não vamos deixar que ele escreva direito por linhas tortas. Quem é ele para saber melhor do que nós o que queremos e o que nos vai fazer sentir completos? Vamos deixar que ele se preocupe com os que não têm força para lutar pelo que acham que lhes pertence. Se temos que aceitar alguma coisa sem lutar, que sejam coisas que não podemos mesmo mudar. De resto, vamos dar umas chapadas no destino e mostrar-lhe que ninguém gosta de espertinhos que têm a mania que sabem tudo. O que é que é importante? Importante são aquelas coisas que nos fazem dar gargalhadas, rir, sorrir ou acender por dentro e deixar que o brilho nos chegue aos olhos. Coisas que nos mantenham no caminho. No nosso caminho. Se uma relação exige muito de nós é porque estamos a forçar alguma coisa e isso nunca é bom, lutar não é isso. Lutar é trabalho árduo e dedicação. E a relação é uma festinha na cabeça e um doce de recompensa ao fim do dia. Passamos a vida a procura de uma relação e deixamos passar aquelas que são realmente especiais. Temos que começar a abrir os olhos para nos permitirmos alguma felicidade. Daquela que interessa. Da única que vale a pena. E nunca nos podemos esquecer, uma pessoa só vale a pena se se disponibilizou sempre a lutar as nossas lutas connosco.
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