domingo, 22 de fevereiro de 2009
É que não havia necessidade nenhuma
Bem, eu às vezes leio cada porcaria... Isto para não dizer merda. Ponho-me a passear na internet às duas e trinta e oito da manhã, fuso horário gê eme tê e leio cada porcaria... Isto para não dizer merda mais uma vez (mais uma vez não, porque anteriormente, se bem me recordo, não disse). O que se passa é que estou cheia de sono e na minha birra de sono estou a fazer birra e não vou para a cama. Fazer birras é normal para uma pessoa que dorme no mesmo quarto que seus pais. Não, a idade não é para aqui chamada, principalmente a minha. Estou a bater o pé, num acto de revolta que ninguém vê, não interessa a ninguém e nem eu quero saber. Não vou dormir, ponto Acho que me dei conta que toda a gente sabe escrever tão bem como eu. E por isso, a porcaria que eu leio é a mesma porcaria que toda a gente me lê. E olha, que se lixe. Ou então não, porque só eu sei que estava a fazer tempo para escrever o meu livro. Estava a pensar que as duas e quarenta e três seria uma boa hora. Mas estou com sono, agora já não vale muito a pena. A comparação é uma bela merda. Não, não queria dizer porcaria. Acho que estou a escrever só para dizer que também sei escrever, porque as minhas esperanças de escrever bem foram dar uma volta ao bilhar grande. Olha, que se lixe ponto
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Um comentário:
Acho que não devemos limitar os nossos sonhos aos outros, ou seja, não devem depender directamente de terceiros.
A escrita não precisa de ser global, pode ser direccionada a nichos (assim como os jogos). Existem, arrisco, triliões de livros no mundo e nem todos têm a visão dos do "Henrique Portas" que tem filme quase a par e passo...
Muitos são re-imortalizados em filmes vários anos após existirem em livro, mas todos são imortalizados na memória de quem os leu e gostou.
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